Movimento fora do comum. A matéria-prima caiu. Se o preço do fornecedor não acompanhou, há espaço concreto para renegociar — e o dado é a evidência.
Radar de Compras — o que mudou no seu custo
Alertas automáticos de alta e de queda em metais, câmbio, juros e índices de reajuste
Movimento fora do comum. A matéria-prima caiu. Se o preço do fornecedor não acompanhou, há espaço concreto para renegociar — e o dado é a evidência.
Movimento fora do comum. A matéria-prima caiu. Se o preço do fornecedor não acompanhou, há espaço concreto para renegociar — e o dado é a evidência.
Movimento fora do comum. A matéria-prima caiu. Se o preço do fornecedor não acompanhou, há espaço concreto para renegociar — e o dado é a evidência.
Movimento fora do comum. A matéria-prima subiu. Reajuste pedido pelo fornecedor nesta linha tem fundamento no insumo; a conversa rende mais em prazo e volume do que em preço.
Movimento fora do comum. O indicador caiu. Contrato indexado reajusta menos (ou negativo) no próximo aniversário.
Movimento fora do comum. O indicador caiu. Contrato indexado reajusta menos (ou negativo) no próximo aniversário.
Movimento fora do comum. O indicador caiu. Contrato indexado reajusta menos (ou negativo) no próximo aniversário.
Sem movimento relevante no trimestre — o custo desta linha está previsível.
Sem movimento relevante no trimestre — o custo desta linha está previsível.
Cada cartão é calculado a partir das séries oficiais listadas no rodapé — não há notícia, opinião nem previsão aqui. "Fora do comum" é o movimento que passa do dobro do limiar da categoria ou que encosta no extremo da faixa de 12 meses.
Todos os indicadores vigiados (10 indicadors)
| Indicador | Valor atual | Mês anterior | 3 meses | Posição na faixa de 12 meses | Situação |
|---|---|---|---|---|---|
| Petróleo Brent | 91 US$/bbl | 9,0% | -15,4% | 49% | queda |
| Minério de ferro | 96 US$/dmtu | -1,9% | -11,3% | 0% | queda |
| Alumínio | 3.251 US$/t | 2,8% | -11,3% | 59% | queda |
| Níquel (inox) | 16.751 US$/t | 0,6% | -10,9% | 50% | queda |
| Cobre | 14.326 US$/t | 5,8% | 5,8% | 100% | alta |
| IGP-M (mês) | -0,22 % | 0,94 p.p. | -1,06 p.p. | 24% | queda |
| IPCA (mês) | -0,32 % | -0,39 p.p. | -0,90 p.p. | 0% | queda |
| Meta Selic | 13,75 % a.a. | -0,25 p.p. | -0,50 p.p. | 0% | queda |
| Euro | 5,9372 R$ | -0,6% | 0,6% | 21% | estável |
| Dólar | 5,1290 R$ | -0,5% | 0,0% | 31% | estável |
Fonte dos dados
Como este número é apurado
Preços mensais de referência publicados pelo Banco Mundial na planilha Commodity Markets. Alumínio, níquel, cobre, zinco, estanho e chumbo são cotações da Bolsa de Metais de Londres (LME). O minério de ferro é preço spot CFR e o carvão é o australiano de referência. A conversão para R$/kg usa a PTAX do mesmo mês, e a página mostra o valor em US$ ao lado para deixar claro o que é preço e o que é efeito do câmbio.
Como este número é apurado
Taxa PTAX de venda do boletim de fechamento do Banco Central, que é a cotação usada em contrato, importação e conversão contábil no Brasil. A página mostra a média mensal para a série histórica e a última cotação disponível para conversão. Moedas: as 10 com boletim oficial do BCB.
Como este número é apurado
Meta Selic (série 432), IPCA (433) e IGP-M (189) do SGS do Banco Central, normalizados em competência mensal. A Selic é diária e fica com o último valor do mês, porque para taxa em vigor o que importa é a que vale — média de meta não significa nada. Estes três entram no custo de quem compra tanto quanto o preço da peça: a Selic é o custo do prazo, o IPCA e o IGP-M são o que reajusta contrato de fornecimento.
A atualização é automática: um processo diário busca cada fonte oficial e grava o que ela publicou. A DBF não estima, não projeta e não ajusta número nenhum — o que está aqui é o que a fonte divulgou, com a data em que foi buscado.
Como esta conta é feita
O radar vigia dez indicadores que entram no custo de quem compra: alumínio, níquel, cobre, minério de ferro e petróleo (Banco Mundial), dólar e euro (PTAX do Banco Central) e Selic, IPCA e IGP-M (Banco Central). Para cada um, compara o valor mais recente com o mês anterior e com três meses atrás, e mede em que ponto da faixa dos últimos doze meses ele está. Movimento acima do limiar da categoria vira cartão de alta ou de queda; abaixo dele o indicador aparece como estável — radar que apita sempre ninguém olha. É marcado como "fora do comum" o movimento que passa do dobro do limiar ou que encosta no extremo da faixa de doze meses.
variação de 3 meses ≥ limiar da categoria → alerta · ≥ 2× o limiar ou extremo da faixa de 12 meses → fora do comum
Exemplo resolvido
O níquel subiu 11% em três meses e está a 98% da faixa dos últimos doze.
- 11% passa do limiar de 5% para metais, então entra como alerta de alta
- Passa também do dobro (10%) e está no topo da faixa: é marcado como fora do comum
- Leitura prática: reajuste pedido em item de inox tem fundamento no insumo — a negociação rende mais em prazo e volume do que em preço
Erros comuns
- Ler o alerta como previsão: ele descreve o que JÁ aconteceu na série oficial, não o que vem depois.
- Esperar notícia de última hora: os dados são oficiais e têm a periodicidade da fonte — mensal para metais e índices, diária para câmbio. O radar mostra mudança de patamar, não manchete.
- Reagir a uma variação de um mês só: por isso o cartão mostra também os três meses e a posição na faixa do ano.
- Ignorar a diferença entre índice e preço: IPCA e IGP-M reajustam contrato no aniversário, não mudam o preço da peça hoje.
- Achar que alerta de queda vale para o preço já contratado: contrato fechado não retroage — a queda serve para a próxima negociação.
Glossário
- Fora do comum
- Movimento que passa do dobro do limiar da categoria ou que encosta no extremo da faixa de 12 meses.
- Posição na faixa
- Onde o valor atual está entre a mínima e a máxima dos últimos 12 meses: 100% é a máxima do período.
- Limiar
- Variação mínima para o movimento ser considerado relevante: 5% para metais, 3% para câmbio e 0,30 ponto para índices mensais.
- IGP-M
- Índice que reajusta a maior parte dos contratos de fornecimento e aluguel no Brasil.
- Selic
- Taxa básica de juros: define o custo de comprar a prazo e o valor de antecipar pagamento com desconto.
Perguntas frequentes
Com que frequência o radar atualiza?
A coleta roda todos os dias, automaticamente. O que muda de fato é a periodicidade de cada fonte: câmbio é diário, metais e índices são mensais. Quando um dado novo chega e move o indicador além do limiar, o cartão aparece — é isso que faz o alerta ser extraordinário e não um boletim fixo.
Vocês avisam sobre notícia de mercado?
Não, e por escolha. Notícia traz opinião e viés de quem escreveu. Este radar é calculado sobre estatística oficial: cada cartão mostra o número, o período, a fonte e o efeito no custo. Se você quer saber POR QUE o níquel subiu, a notícia ajuda; para saber SE subiu e quanto, o dado basta.
Serve para decidir quando comprar?
Serve para entrar na negociação com evidência, que é diferente de receber uma recomendação. O radar mostra se o reajuste pedido acompanha o insumo, ou se o insumo caiu e o preço do fornecedor não. A decisão depende do seu estoque, contrato e prazo — coisas que só você sabe.
Por que não tem preço de aço, frete ou energia?
Preço de aço acabado e frete são negociados e não têm fonte pública. O que existe são os insumos — minério de ferro, carvão e petróleo — e eles estão aqui. A trilha inteira segue essa regra: número com procedência, ou nada.
De onde vêm estes números?
De fontes públicas oficiais: IBGE (Pesquisa Trimestral do Abate), ComexStat do MDIC (exportação) e Banco Central (câmbio). Cada bloco da página mostra a fonte, o link para conferir e quando o dado foi coletado pela última vez.
Com que frequência atualiza?
Uma vez por dia, automaticamente. Como as estatísticas são mensais (comércio exterior) e trimestrais (abate), o que muda de um dia para o outro é a chegada de um período novo — e ele entra sozinho.
Posso usar estes dados num relatório ou proposta?
Pode, citando a fonte original (que está indicada em cada bloco). A DBF apenas organiza e apresenta o dado público; a estatística é do IBGE, do MDIC e do Banco Central.
Por que o número aqui difere de outra publicação?
Quase sempre por causa do recorte: período (mês fechado × acumulado), abrangência (só inspeção federal × todas as inspeções) ou agrupamento de produtos. A metodologia usada aqui está descrita em cada painel, para você comparar recorte com recorte.
Alertas calculados por esta página a partir de séries públicas oficiais (Banco Mundial, Banco Central). Não são notícia, previsão nem recomendação de compra: descrevem variação já ocorrida, com o período e a fonte de cada número. Decisão de compra depende do seu contexto de estoque, contrato e prazo. Indicadores de mercado montados sobre dados públicos oficiais (IBGE, ComexStat/MDIC e Banco Central), com a fonte e a data de coleta indicadas em cada bloco. Estatística é da fonte citada; a organização e a leitura são da DBF. Não é recomendação de compra, venda ou preço — decisão comercial exige o seu contexto de custo, contrato e prazo.
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